Conhecendo os Concílios

Abaixo fornecemos aos estudantes de teologia, bem como aos interessados na matéria, material de consulta sobre os principais concílios realizados pela Igreja Católica ao longo de sua existência:

 

1º Concílio Oficial ( 20/05 a 25/07/325).

Convocado pelo Imperador Constantino I

Motivo - a heresia Ariana sobre a Trindade.

Ário era um sacerdote em Alexandria, seu conceito sobre a Trindade:

"Cristo não pode ser Deus pelo fato de Deus não ter nascido de alguém, mas fazer parte da Criação."

Ário negava: · Trindade - Encarnação - Redenção

Este Concílio foi realizado em Nicéia, na Bitínia, sob às ordens do Papa Silvestre I (314/335).

Veredicto: foi lançado um documento "Símbolo da Nicéia" Credo antigo:

"Eu creio num só senhor Jesus Cristo, filho único de Deus, nascido do pai antes de todos os séculos. Deus de Deus, luz de luz..." ( o primeiro credo)

2º Concílio Oficial - (De Maio a Julho de 381) 56 anos depois. Foi convocado pelo imperador Teodósio I. O papa nesta época era Damaso I (336-385).

Motivo - mais heresias, a divindade do E.S. Marcelo de Anciro e seu discípulo Potino afirmavam: " O verbo não é uma pessoa, mas apenas uma virtude de Deus em Jesus Cristo. Nele não existia alma humana, e sua morte foi aparente.

Local: Constantinopla

Veredicto: os hereges foram condenados pela igreja. Foi acrescentado ao Credo Niceno estas palavras:

"Cremos na Igreja Católica, confessamos um só batismo, esperamos a ressureição dos mortos e a vida do século futuro".

3º Concílio Oficial - ( 22/06 a 17/07 de341) 50 anos depois.

Convocado pelo Imperador Teodósio II e tendo como papa, Celestino I (422-432).

Motivo - Maria não era Mãe de Deus

Segundo Nestório, Patriarca de Constantinopla:  " havia duas pessoas em Jesus Cristo, uma divina , como filho de Deus e outra humana como filho de Maria."

Santo Agostinho foi convidado para este concílio, mas falaceu antes, em 430.

Local: Éfeso

Veredicto: Nestório foi condenado, e Maria foi declarada Mãe de Deus.

4º Concílio Oficial -  ( 08/10 a 01/11 de 451) 20 anos depois.

A partir deste Concílio os papas tiveram mais poder de decisão na convocação do clero. Neste, foi Leão I (440-461).

Motivo - Jesus Cristo era apenas divino. Uma afirmação de Eutiques, abade do Mosteiro de Constantinopla.

Local: Calcedônia (Grécia)

Veredicto: Eutiques foi condenado pela Igreja, mas sua seita sobreviveu por muito tempo, eram chamados de Jocobitas.

Ficou decidido que, Jesus Cristo é um só, perfeito em sua Humanidade e Divindade.

Alguns costumes a partir deste concílio (337), foram implantados por Constantino na igreja católica. São eles:

- Uso do incenso nas celebrações.

- O cálice, âmbula, patena, ostensório e sacrário de metal dourado. - As procissões.

- Os corais

- Igrejas suntuosas, pomposas.

- A genuflexão diante do altar.

5º Concílio oficial - ( 05/05 a 02/06 de 553) 102 anos depois do 4º Concílio.

Convocado pelo Imperador Justiano (527-566), e o papa Vigílio (537-555) que não compareceu à cerimônia.

Motivo - A seita dos Nestorianos aliada com outras heresias lançaram um documento: " Os três capítulos", contra Eutiques (Jesus é só divino). Os três capítulos diziam a mesma coisa - "Jesus é só humano".

Local: Constantinopla

Veredicto: Foi reafirmada a decisão dos quatros concílios anteriores, continuando os dogmas da Igreja.

6º Concílio oficial - ( 07/11 de 680 a 16/09/681) 123 anos depois do 5º Concílio

Convocado por Constantino IV(668-685) e o papa Agaton I (678-682).

Motivo - Uma heresia contra Eutiques que havia dito: "Jesus Cristo era duas pessoas. Havia dois Cristos".

Local: Constantinopla

Veredicto: " Afirmamos que Jesus Cristo tem duas naturezas indivisíveis e imutáveis.

7º Concílio oficial - (24/09 23/10 de 787) O 2º de Nicéia 106 anos depois do 6º Concílio. Foi convocado pela Imperatriz Irene e o papa Adriano I (772-795).

Motivo - A heresia dos quebradores de imagens (idolatria ou iconoclasta).

Teve início em 726 com Imperador Leão e continuou até 741 com Constantino e Irene, esposa de Constantino V. Este Imperador mandou destruir todas as imagens das igrejas, e quem fosse pego adorando imagens era castigado.

Local - Nicéia

Veredicto - Conservação da tradição da Igreja da veneração às imagens,mas somente as figuras de Jesus Cristo crucificado, de Maria, dos anjos e santos.

8º Concílio oficial - (05/10 de 869 a 28/02/ de 870) O 4º de Constantinopla 83 anos depois do 7º. Convocado pelo Imperador Basílio I e o papa Adriano II.

Motivo - Extinção do Cisma (Divisão) do Patriarca Fócio.

O imperador de Constantinopla nesta época era um tal Fócio. Ele expulsou Santo Inácio que era o Patriarca (Bispo) e ficou no seu lugar. O Papa protestou e anulou o cargo enviando outro bispo para lá. Fócio revoltou-se e desligou-se da Igreja, fundando uma nova religião.

Local - Constantinopla

Veredicto - condenação de Fócio e sua doutrina. Os padres por ele ordenados não foram aceitos pela Igreja Católica. Estabeleceu-se a partir daí, a hierarquia dos 5 Patriarcas da Igreja:

1º) O bispo de Roma (Papa)

2º) Os bispos de Constantinopla

3º) Os bispos de Alexandria

4º) Os bispos de Antioquia

5º) Os bispos de Jerusalém

9º Concílio oficial - (18/03 a 06/04 de 1.123) 253 anos depois do 8º. Foi o primeiro a realizar-se em Latrão. Convocado pelo papa Calixto II (1119-1124).

Local: Roma (Basílica de Latrão).

Motivo: O celibato dos padres e o documento de Worms.

O Papa Calixto II no dia 23 de setembro de 1.122, um ano antes Concílio, assina com Henrique V em Worms uma concordata onde o imperador não ia mais eleger os papas, mas a própria Igreja do Ocidente. Compareceram 300 bispos e 600 abades.

Decisão final - foram tomadas 3 decisões:

1ª) Os padres continuariam solteiros.

2ª) A Igreja era independente do Império.

3ª) Os padres não podem ser médicos ou advogados.

10º Concílio oficial - (de 04 a 30 de Abril de 1.139) 16 anos depois do 9º. Convocado pelo papa Inocêncio II (1130-1143). Estiveram presentes mais de 1000 bispos e 500 abades.

Local: Basílica de Latrão.

Motivo: O Maniqueísmo. Os seguidores de Mani, um homem que viveu no ano de 216 que pregavam: - Dualismo: bem e mal - Céu e inferno - O corpo é mau o espírito é bom.

Esta crença foi trazida do Oriente pelos bispos Pedro de Leão e Anacleto II.

Decisão final: o maniqueísmo foi condenado por possuir espiritualidade falsa.

11º Concílio oficial - (05 a 22/03/1.179) 40 anos depois do 10º. Convocado pelo papa: Alexandre III (1.159-1.181).

Local: Basílica de Latrão.

Os motivos para a convocação deste concilio, foram os seguintes:

1) Represália contra os maniqueus.

2) Domínio do Império sobre a Igreja.

3) Idade de ordenação dos padres

Decisão Final: Determinação da idade dos padres (25 anos no mínimo) e bispos (30 anos) e instituição da pobreza e o dever da pregação a todo clero.

12º Concílio oficial - (de 11 a 30 de Novembro de 1.215) 47 anos depois do 11º. Papa: Inocêncio III (1.198-1.1216). Foi cardeal aos 29 anos e Papa aos 35. Foi no pontificado de Inocêncio III que S. Domingos e S. Francisco iniciaram sua missão.

Local: Roma, Basílica de Latrão.

Motivos: A completa destruição dos 3 cismas.

1) A libertação total da terra santa.

2) A defesa da fé contra os maniqueus.

3) Restauração da disciplina na Igreja.

Decisão final: Crença num único Deus, Confissão anual e  Proibição de casamentos entre parentes próximos até 4º grau.

13º Concílio oficial - (28/06 a 17/07 de 1274) 30 anos depois do 12º. Papa: Inocêncio IV (1.243-1.254).

Local: Lyon, na França.

Motivo: Deposição do Imperador Frederico II, Imperador alemão, por perseguir a Igreja durante 40 anos. Ele se dizia muçulmano de espírito e coração. Em 1.227 ele aprisiona o Papa Gregório IX com 80 anos e este morre na prisão. Seu sucessor, Inocêncio IV foi muito perseguido, por isso ele convoca o 13º Concílio.

Decisão final: Frederico II foi despojado de sua dignidade moral. Proibição ao povo de obedecer-lhe como rei ou Imperador sob pena de excomunhão.

O Imperador não concordou, mas foi envenenado pelo seu médico e assassinado por um de seus filhos. retorno não foi na paz. Houve brigas e desavenças na Igreja entre 1.378 a 1.418 (40 anos).

14º Concílio oficial - (07/05 a 26/09/1.274) 29 anos depois do 13º. Papa Gregório II.

Motivo: problema do papado/União das Igrejas, ocidental e oriental. São Tomás de Aquino foi convidado para este concílio, mas faleceu na viagem de Nápolis para Lyon no dia 07/03/1274.

Local: Lyon na França.

Decisão final: Eleger o Papa em apenas 3 dias, haver um só Papa na Igreja e Reis do Oriente deviam obedecer ao Papa (não foi cumprido).

15º Concílio oficial - ( 16/10/1311 a 06/05/1312) 37 anos depois do 14º.

Motivo: as riquezas do clero, a residência dos Papas em Avinhão e sua submissão aos Reis da França. Papa: Clemente V que presidiu todas as reuniões.

Local: Viena.

Decisão final: A Igreja seria mais dedicada aos pobres e menos rica.

16º Concílio oficial - ( 05/11/1414 a 22/04/1418) 7 anos depois do 15º, convocado pelos cardeais na cidade de Constança.

Motivo: a questão dos três Papas. Havia três Papas: Urbano VI em Roma, Clemente VII em Pisa, Alexandre V em Avinhão

Os três papas compareceram.

Decisão final: A condenação do Dr. Wycliff e do Padre João Hus, considerados hereges, pois diziam: " O Papa não é o chefe da Igreja, os bispos não são superiores aos padres, e o clero está perdido em pecados."

Eles eram contra ao celibato dos padres, e a distinção entre clero e leigos.

Houve 45 reuniões

Decisão final: foi pedido a renúncia dos três Papas e um novo Papa foi eleito: Martinho V (Roma) . Este Papa conseguiu autoridade papal em Roma. O Professor Wicliff e o padre Hus foram condenados e considerados hereges.

(ver com mais detalhe a história de João Wycliff e João Huss, na seção "Grandes Nomes", em nossa página.

17º Concílio oficial - 13 anos depois (11 anos de reuniões).

Motivo: contra o poder papal. Convocado pelo Papa Eugênio IV, que ainda se sentia abalado com a morte de Joana D'Arc, naquele ano. Data: de 23/07/1431 a 25/04/1442.

Locais: Basiléia - Ferrara - Florença.

Decisão final: O papa tem poder supremo sobre a Igreja (infalibilidade do Papa) e foram aprovadas algumas doutrinas sobre os sacramentos.

18º Concílio oficial - 75 anos depois Data: 10/05/1512 a 16/03/1517 Motivo: Reforma do clero.

Local: Roma.

Decisão final: Proibido qualquer fiel (leigo ou clero) de prever o futuro, fazer revelações ou inspirações particulares.

19º Concílio oficial - 28 anos depois ( 18 anos de reuniões) Data: 13/12/1545 a 04/12/1563 Motivo: A reforma de Lutero

Locais: Trento e Dolonha Papas: Paulo III - João III - Pio IV.

Decisão final: Foram tomadas as seguintes decisões:

- Serão autênticos todos os livros da tradução da Bíblia ( Vulgata) e condenada a sua livre interpretação.

- A fé é importante, mas é necessário a prática da obra ( frequência aos sacramentos).

- O batismo é legítimo nas crianças.

- O crisma só deve ser administrado pelo bispo.

- Na Eucaristia não é necessária a consumação nas duas espécies, porém, não é            proibido.

- A unção dos enfermos somente será administrada no final da vida.

- A penitência (confissão é necessária para alcançar o perdão).

- A ordem é um sacramento (Lutero e Calvino não consideravam).

- Foi eleaborado um catecismo para a orientação dos Cristãos.

- Constituído o curso clerical, com a criação dos seminários (menor maior), para a preparação dos padres.

- Manutenção do celibatos para os padres.

20º Concílio Ecumênico - Data: de 1869 a 1870

Motivo: Definição da fé, doutrina católica e a infalibilidade do Papa.

Local: Vaticano.

Este Concílio nunca foi concluído, devido a prisão do Papa Pio IX pelo Rei da Itália Vitor Manuel II, que achou por bem aprisionar o Papa no vaticano.

Todo este tumulto na igreja teve repercursão no Brasil. Desde o descobrimento em 1500, que o rei de Portugal se preocupou com a evangelização no país.

Com a frota de Cabral veio um padre e depois os jesuítas, com o primeiro Governador geral Tomé de Souza, liderados pelo padre Manoel da Nóbrega. Logo elegeu-se um bispado no Brasil, em 1551, tendo a frente o bispo Dom Pero Fernando Sardinha.

Este bispo não gostava dos índios criando inimizades entre o povo, partindo em seguida para Portugal. Em fins do século XVI havia 128 jesuítas no Brasil.

- Em 1591 chega aqui a inquisição, mesmo assim, o rei de Portugal Dom João III, dizia que o verdadeiro motivo para povoar o Brasil era para tentar salvar os nativos, que estavam perdidos no mundo sem Deus.

Nesta época o povo da terra era conhecido por sua cultura ou nacionalidade, por índios, paulistas, baianos, crioulos, etc... O termo brasileiro só veio na época da independência.

- A partir de 1550 aqui chegaram os franciscanos, carmelitas e beneditinos. Já na frota de Cabral vieram 08 franciscanos, liderados pelo Frei Henrique de Coimbra.

A igreja não mantinha quase nenhuma comunicação com o vaticano, mas somente através do rei de Portugal, assim o verdadeiro chefe da igreja era o rei e não o Papa.

No Brasil nada se fazia em termos de trabalhos manuais sem os escravos. Quanto aos escravos que serviam os padres, disse um dia Joaquim Nabuco: "A escravidão nas fazendas dos padres tirou da religião do Brasil a face ideal e fez com que dificilmente pudesse ser fermento de libertação."

Os religiosos eram grandes proprietários de terras e importantes fazendeiros por nomeação canônica. Os seus escravos eram chamados "escravos dos santos", daí veio o sobrenome de milhares de brasileiros como dos Santos. Esses escravos tinham alguns previlégios, a saber:

- não podiam ser vendidos.

- recebiam instruções religiosas.

- eram casados e batizados.

Entre altos e baixos, os jesuítas permanecem por aqui até o ano de 1759, quando são expulsos do Brasil.

ADENDO:Grandes Missionários no Brasil

Pedimos licença aos amigos e amigas, para falar sobre o movimento missionário no Brasil neste período. Já neste tempo ser missionário tinha o seu valor no meio teológico e eclesial.

Tudo tem início com o movimento eremita, pouco conhecido na história da igreja do Brasil, talvez seja o mais importante da época. Sua maneira de evangelizar era diferente, persistente e humilde.

O primeiro eremita a chegar no Brasil foi Pedro Palácios,um Espanhol. Veio ao Brasil à convite do rei. Morou sempre numa gruta no Estado do Espírito Santo. Rezava o terço todos os dias com os índios Aimorés em torno de uma imagem de Nossa Senhora da Penha, que trouxera de Portugal. Percorria as ruas da cidade com a cruz nas mãos. Morreu em 1570 deixando muitos devotos de nossa senhora da penha, local que lembra a vida deste primeiro ermitão.

Sucederam-lhe muitos outros que usavam formas diferentes de evangelizar. Sem bens materiais ou riquezas, evangelizavam apenas com sua voz e sua presença no meio do povo. Claro que este sistema de vida começou a incomodar a igreja instituição, pelas atitudes destes missionários. Não cobravam nada de ninguém; Ensinavam a "nossa língua" e não a língua portuguesa; Não impunham nada, e todos tinham inteira liberdade; Eram contra a escravidão dos índios.

Logo começaram a incomodar a Coroa, foram perseguidos, juntamente com os irmãos Protestantes, que se multiplicavam a cada dia. Os primeiro grupo de evangélicos a chegar ao Brasil foi 1555, com os franceses, e no Rio de Janeiro com os holandeses. Em 1630, outros chegaram ao Maranhão. Desceram depois até a Bahia e foram evangelizados à sua maneira numa competição com a Igreja Católica e Judaica.

O que vemos nesta época é uma Igreja Católica marcada pelo culto exterior, pelas festas, procissões e romarias, não havendo uma vivência interior, cultivada antes pelos monges, continuada pelos missionários, mas apagada pelo clero secular. Foram os efeitos do concílio de Trento, com o clericalismo.

21º Concílio oficial - Vaticano II

O Concílio Vaticano II foi o último dos Concílios até agora. Data - de 11/10/1962 à 6/12/1965 Local - Roma, Catedral de São Pedro Papas - João XXIII e Paulo VI

Motivos:  Incrementar a fé.  Renovar os costumes.  Adaptar a disciplina eclesiástica às necessidades atuais. · Unir as comunidades.  Revigorar o zelo missionário.  Compreender melhor a doutrina da Igreja.

Decisões - Foram aprovadas 1596 cânones; Liberdade Bíblica - cânon 193; Missas na língua vernácula - cânon 624; Ecumenismo (74 dogmas); Liberdade religiosa - cânon 1533 - 1577 "44 dogmas"; Matrimônios - Considerado sacramento e indissolúvel; Indulgências - e bom invocar os Santos e as relíquias devem ser veneradas, bem como a imagem de Cristo;

Ficou decidido, que só após 305 anos do término deste concílio, isto é, no ano de 2270 é que poderá haver outro Concílio. Após este evento maior da igreja católica, houve uma revolução no Brasil e em toda a América Latina.

Depois do Concílio Vaticano II foi fundado o CELAM (Conferência Episcopal Latino-Americano) no ano de  1955, com Sede em Bogotá na Colômbia. O CELAM foi fundado por iniciativa de Dom Helder Câmara (Arcebispo do Recife) e de Dom Manuel Larin (Chile). Promoveu uma transformação na Igreja da América Latina. Foi aí que nasceu a CEBs.

Em 1979 aconteceu mais uma Conferência do CELAM em Puebla no México. Desde desta conferência ficou o lema "Opção Preferencial pelos Pobres", na evangelização da América Latina e o método de "ver julgar, agir e celebrar".

A mais recente, IV Conferência do CELAM, aconteceu em Sto Domingo, em 12-28 de Outubro de 1992, com grandes decisões para a igreja do Novo Milênio, visando: Uma Nova evangelização; Promoção Humana; Cultura cristã; Uma Nova Era sob o signo da esperança; A teologia da inculturação; Unidade no Espírito com os irmãos.