CURSO  BÍBLICO  E  TEOLÓGICO DO ANTIGO  TESTAMENTO

 

a) Noções indispensáveis do Texto Sagrado.

 

·       Raiz judaica – cristã.                                                                 

·       (hagiógrafo) autor inspirado por Deus. Ele transmite o pensamento e o projeto divino  com roupagem humana.

 

b) O que é inspiração bíblica?  2Pd 1,21 – jamais uma profecia se deu por vontade humana, mas pelo Espírito Santo.

·        Significa que Deus escolheu determinadas pessoas com capacidade e habilidade para escrever iluminados pelo Espírito Santo, para transmitir a Palavra de Deus por meio dos acontecimentos  do dia a dia. Ele relata e ensina aquilo que ultrapassa a razão humana (Plano de salvação). Exemplo: o Gênesis 1-3 não pretende ensinar como  e nem quando o mundo foi criado, mas qual  foi o plano de Deus para o ser humano e o mundo para ele criado.

 

c) Existe alguma parte da Bíblia que não seja inspirada?

·        NÃO. 2Tm 3,16 diz:  ler...

 d) Como a Bíblia deve ser interpretada?

    Existem duas ciências que são a mola mestra  e a chave de leitura para o   

    entendimento correto de uma perícope (parte de um texto bíblico), são elas:

    Exegese e Hermenêutica. As duas significam interpretar.

    Exegese =» é a interpretação do texto em seu contexto.

    Hermenêutica =» é a interpretação do texto nos dias atuais.

 

e) Como a Bíblia está dividida?

    Em Antigo Testamento (Antiga aliança)

    Novo Testamento (Nova Aliança)

Em 1214, a Bíblia foi dividida em capítulos por Stephen Langton, arcebispo de Cantuária (Inglaterra). 

Em 1527, o padre  Santos Paguini, da congregação dos Dominicanos da Itália, dividiu o Antigo Testamento em versículos.

Por fim em 1551, Robert Etienne, um tipógrafo francês, fez a divisão que prevalece até hoje.

  

f) O que significa Aliança na linguagem bíblica?

   É um tipo de contrato, acordo, pacto feito entre duas pessoas. Na Bíblia o acordo foi entre Deus e a humanidade.

Gn 12 (Abraão)

Gn 19 (Moisés)

Gn 6-9 (Noé)

 

 g) Quantos livros existem nos dois Testamentos?

    Na versão evangélica =» 39 livros (A.T) e 27 (N.T)

    Na versão católica =» 46 livros (A.T) e 27 (N.T).

 

h) Por que esta diferença?

No século III a.C, na cidade de Alexandria (Egito), viviam muitos judeus que não mais falavam hebraico, portanto a Bíblia Hebraica (Torah) foi traduzida para o grego (Septuaginta ou 70). Havia agora duas versões:

Massorética =» Torah (usada pelos judeus da Palestina). Esta não continha    

                          os  7 livros. Os critérios para que estes judeus não aceitassem os 7 livros:

-       Um livro sagrado jamais poderia ser inspirado a alguém que falasse grego.

-       Nenhum livro não poderia ter sido escrito fora de Israel.

-       Nada depois de Esdras (458-428 a.C).

-       Nada que fosse contrário a Torah (lei de Moisés).

       

Septuaginta =»  Tradução da massorética nos anos 250 a 100 a.C. Ela ficou sendo a Torah dos gregos (usada pelos judeus de Alexandria), com os 7 livros (Tobias/ Judite/ Sabedoria / Eclesiástico (Sirácida)/ Baruc / 1 e 2 Macabeus. Trechos do livro de Daniel ( 3,24-90; 13,14) e Ester (10,4-16,24).

 

Das 350 citações do Antigo Testamento pelo Novo Testamento, 300 são da 70.

 

Vulgata (comum, popular) =» Tradução de São Gerônimo para o latim (século IV d.C), feita a partir da Septuaginta

CONCLUSÃO:

Tradição oral ==»  2000 a.C

   Tradição escrita ==» 1000 a.C

   Releitura ==» 540 a.C

   1ª canonicidade ==» 100 d.C (Jânia)

   2ª canonicidade ==» século XVI com Lutero, onde definitivamente as Bíblias evangélica e católica ficam diferentes.

 

h) O que é Cânon? Canônico.

   Vem do grego KANON = regra / medida /catálogo. Livros catalogados e aceitos como sagrados. Foram considerados escritos autênticos e mais perto da verdade. Foi a partir de 395 d.C que em Hipona na África houve um Concílio para que fossem aprovados definitivamente, o que seria inspirados, canônicos ou não.

 

Deuterocanônico =» colocados depois. Depois da primeira decisão do que seria canônico no Concílio Jânia (100 d.C) onde foram acrescentados os 7 livros.

 

Apócrifos =» Não aceitos pelo Cânon, mas reconhecidos hoje como valiosos para a história do cristianismo porque:

-       Dizem o modo de pensar dos judeus e cristãos do II século a.C até o V século d.C.

-       Contam  muitas histórias verdadeiras conhecidas pelos hagiógrafos mas que não foram colocadas e nem consideradas  a altura de fazer parte do cânon.

 

CÂNONE final =» Após a Reforma de Lutero, um Concílio posterior reafirmou e oficializou a canonicidade dos 73 livros da Bíblia, para os católicos (Concílio de Trento, 1546), enquanto Lutero traduzia para o alemão sua versão a partir da Bíblia dos judeus palestinenses (sem os 7 livros).

 

 i) Quem escreveu a Bíblia?

   Diversas pessoas e por longos séculos. Mais de 1000 anos, por esta razão é imprescindível lembrar que, todos os livros da Bíblia foram escritos em diferentes épocas da história, por pessoas diferentes e com razões diferentes.

 

j) que língua foram usadas no Antigo Testamento?

    Hebraico / aramaico  e grego.

-       Aramaico =» Esdras 4,8-6,18; 7,12-26

                           Daniel 2,4-7,28

                           Uma frase de Jeremias 10,11

                           Duas palavras em Gn 31,47

-       Grego =» Sabedoria

O restante dos livros estão em hebraico, uma língua por demais difícil para nós do ocidente.

 

 m) Característica da língua hebraica

     Ela é escrita e lida da direita para esquerda. Só tinha consoantes, sem vogais, até o século VII d.C quando acrescentaram as vogais. Por esta razão poderia ter havido muitas dúvidas para o compilador e o leitor.

Exemplo: É como se em português de repente na leitura encontrássemos numa frase as consoantes LM, onde caberia várias vogais. Poderíamos ler: lama, leme,alma, elmo etc.

 

No hebraico a palavra com QRN  podia ser lida como, QaRaN = brilhar, ou QueReN = chifre. Por isso em Ex 34,29s quando diz que Moisés tinha o rosto brilhante (qaran) é representado na arte ocidental com dois chifres (queren), visto que São Jerônimo leu queren em lugar de qaran.

        A língua hebraica possui um vocabulário pobre, por isso muitas vezes é usada uma mesma palavra para definir muitos sentidos.

Exemplo: o termo irmão (ah) é aplicado no antigo Testamento de uma forma bastante irregular. A palavra ah significa, irmão de sangue, primogênito, primo, bem-amado, parente, escravo hebreu, amigo,  membros da mesma tribo e todos que participam da  Aliança de Deus.

Gênesis 24,29 – filhos do mesmo pai mesmo que de outra mãe (20,5)

Gênesis 13,8 -  Primos

Gênesis 31, 23 – o povo

1Crônicas 23,15-23 – descendentes

Gn 38,1 – seu povo (Judá)

Dt 15,7- compatriota

Dt 15,12 – escravo hebreu

1Rs 9,10-13 - amigo

                         

l) Que formas de linguagem são usadas como suporte para o entendimento do Antigo Testamento pelo Novo?

·        Hb 8,13 – As Alianças

·        Lc 24, 25 – As profecias

·        Hb 8, 1, 2 – As tipologias (tipologias são fatos ocorridos no passado apontando para fatos semelhantes que aconteceriam no futuro. Textos que possuem paralelos no novo testamento. Ex.: Matança dos inocentes nos dias de Moises, 40 dias de Moisés, os irmãos de José e os discípulos de Jesus  Mc 14, 27).

·        Gl 3,16 – a descendência. Cristo, o descendente...(filho) – Genealogias (Mt 1, 1 – 17; Lc 3, 23 – 38).

·        Gl 3, 24 – A lei,  o “pedagogo” que nos apontou  Cristo.

·        Mc 12,26-27 – Ressurreição dos mortos - Jesus

·         EU SOU...Jo 8,12, 8,28; 10,9; 11,25; 14,6; 15,1;

 

 GÊNEROS LITERÁRIOS

(tradição oral e escrita)

 

        De que modo surgiram? A obra literária como temos em nossas Bíblias hoje, foi precedida por séculos por uma tradição oral. Isto se deu em grande parte até o Exílio (586 a .C). Antes, existiam alguns manuscritos preservados desde o tempo de Davi e Salomão. Os gêneros literários como os conhecemos  atualmente supõe regras próprias. São formas e artifícios de linguagem. O mais correto, se queremos entender melhor os escritos bíblicos, é antes de estuda-los, conhecendo o seu gênero literário.

A coleção da literatura do Antigo Testamento é uma coleção sacra de escritos que representam relíquias fragmentárias de um complexo literário muito mais amplo. São pequenas unidades literárias que perduram até nossos dias, pelo fato de que o povo oriental possui uma extraordinária memória, podendo guardar por gerações textos enormes e reproduzi-los séculos depois fielmente. Entre a história vivida, transmitida oralmente de geração em geração a sua fixação escrita posterior, não deve ter havido tanta diferença.

Entre os israelitas havia a profissão de narradores, lamentadores (carpideiras) e cantores (Nm 21,27Por isso cantam os poetas...; Jr 9,16 as mulheres carpideiras...; Am 5,16; os que sabem gemer...), e escribas (Ed 7, 6  era um escriba e bom conhecedor da lei...) que propagavam as tradições orais ao povo, enquanto os escritores e mais tarde os hagiógrafos (escritores sagrados) as colocavam por escrito. Posteriormente vamos ter uma outra profissão de renome para os escritos bíblicos, o compilador (reúne textos de vários autores colocando-os numa certa ordem por assunto). Foi fixado de modo definitivo entre o I século a .C e o I século d.C.

 

-       Poema – É um gênero literário lírico, uma obra em verso. Apresenta uma imagem literária fora do tempo atual do texto.Um cântico, um hino. Composição poética de estrutura livre para ser cantada. Gn 1-11 (cântico da criação). Ex 15,20 (cântico de Miriam); Jz 5 (cântico de Débora). Os Salmos.

 

-       Prosa – maneira natural de escrever sem forma retórica, sem palavras difíceis, ao entendimento do povo simples. São frases  amplas ou curtas que vão da palavra ao fato, sem rebuscos ou  demora. Era lido em voz alta para as pessoas.O livro dos Reis

 

-       Narrativa – De Gênesis a Samuel (menos Gn 1-11).

 

-       Midrash  - é um estudo de interpretação ou investigação. É um tipo de Exegese judaica baseada no método de Drash (análise minuciosa do texto bíblico). Os mais comuns são:

Midrash Halahah (texto jurídicos, religiosos, folclóricos e históricos).

Midrash agadah (textos repetitivos para instrução de vida) Ex 13,7ss.

 

-       Códigos Legais (leis) – Levíticos e Deuteronômio. Segundo o israelita, são textos jurídicos com origem divina. Foram tirados e inspirados em sua maioria dos Códigos legais de outros povos, cananeus, babilônicos, egípcios, sumérios etc.

 

-       Sentenças e fórmulas. São as bênçãos e maldições. Podem está num livro de outro gênero literário.

Dt 11,29 – maldição contra o país...

Gn 9,25 – contra os povos...

Gn 12 – bênção a todos...

Nm 22,24 – Deus transforma as bênçãos...

 

-       Oráculos (proféticos), ou sacerdotais. Devemos fazer uma distinção entre os oráculos feitos pelos sacerdotes e os dos profetas. Dos sacerdotes origina-se  dos textos litúrgicos, muito comuns após o exílio. Estes se dignavam a responder aos pedidos e perguntas dos que visitavam o Santuário (não havia mais Templo). Dar respostas divinas que marcava seus destinos e ministrar a divina doutrina para orientar suas vidas.

Como faziam? Às vezes por presságios, observando o vôo dos pássaros Gn 15,11, ou pela água numa taça (Gn 44,5), ou ainda pelo germinar e pelo florir de plantas e de bastões (Nm 17,16-20). Ou pela sorte (Urim/tumim) Urim = maldito, Tumim = inocente.

     

-       Discursos -  O orador  convocava o povo e proferia seu discurso onde deveria impor-lhes suas idéias e influenciá-los no que acreditava. Um apologeta? Suas argumentações consistiam em repetir por várias vezes até que minasse a resistência do ouvinte. Ele vencia pelo cansaço, Jó 19,2. o discurso político era o mais usado. a fábula de Joatão é um exemplo: Juízes 9, 7ss.

 

-       Cartas – a explicação para o surgimento deste gênero literário, está no livro de 2 Reis 19,9-14, pela carta do rei Senaqueribe (Assíria) para o rei Ezequias (Judá).

                 Uma derivação das cartas são as  Epístolas. Estas são diferente das cartas, pois não derivam de uma certa situação, não possuem remetente e nem destinatário histórico como a carta. A epístola é mais um tratado. Daniel 3,31 é uma epístola. No Novo Testamento temos várias escritas pelos apóstolos, Paulo, Tiago, Pedro e João.

 

-       Mito -  Se passa no mundo dos deuses, portanto  nos apresenta uma literatura pagã. Nas narrativas do Gênesis 1-11 que é considerada mito por alguns, há uma grande diferença entre o mito pagão e o escrito hebreu. Ela foi uma compilação de Sagas (narrativa repetida onde se condensam as experiências de um povo com a intervenção da divindade) de conteúdo mítico de outros povos.

 

Exemplos:

Trevas e águas (babilônicos)

Paraíso e homem formado da terra, formação da mulher a partir da costela, como mãe dos viventes,  a sedução do homem pela mulher,  o bosque sagrado, foi influência dos babilônicos, egípcios e sumérios.

 

Porém estas narrativas míticas sofreram diversas alterações, sendo incorporadas à fé javista e desvinculadas do politeísmo pagão. O mito portanto não foi “historicizado”, mas transferido da relação de  vários deuses para um Deus único.

 

-       Conto – O conto não está ligado ao espaço, nem ao tempo e nem as leis. É como se fosse um mito que se passa no mundo terreno. É de origem egípcia. Gênesis 39,7ss (a sedução da mulher de Putifar a José) é um bonito conto. A sentença de Salomão as duas mulheres 1Reis 3,16ss. A história de Tobias (seu livro).

-       Novela – Uma narração artística muito bem elaborada, com estruturas engenhosas de cena. Ela descreve o destino de uma pessoa dentro de um acontecimento considerado fabuloso pela intervenção de Deus. A novela apresenta a realidade da humanidade e seus efeitos sobre ela. Encontramos em Gênesis 37-50(novela de José) Gn 38 (Judá e Tamar), 1Rs 3,4-5 (sonhos de Salomão), como também podemos ainda mencionar os livros de Rute e Jonas.

 

-       Anedota – ao contrário dos demais gêneros literários até agora mencionados, a anedota se fixa em torno de determinados fatos e pessoas. O homem age, e intervém pessoalmente nos acontecimentos dominando a situação. Não se fala na intervenção de Deus.

Exemplos: a história de Sansão em  Juízes 15, 1ss, e a atitude de Davi  para com Saul (1Sm 24; 26).

 

-       Enigma (charada) – Recurso literário descrevendo uma situação de maneira tal que seja difícil adivinha-la ou decifra-la. (Jz 14, 10 – 20; 2º Sm 12, 1 - 15)

 

-       Saga e lenda -  Possuem um núcleo histórico.  A Saga relata um fato histórico verídico e são partes principais das narrativas do A.T. Geralmente tratam da manifestação de uma divindade que habita em determinado lugar. É para que o interessado tome consciência de aquele lugar passará a ser sagrado para sempre. Podem ter cinco categorias:

 

1.     a partir do mito (a torre de Babel, Gn 11,1-9). Sodoma e Gomorra para esclarecer o surgimento do Mar morto (Gn 19).

                    2.     com referência aos Santuários. Jacó em Betel (Gn28,10ss).

                 3.     a respeito da existência de determinado culto ou de um rito. Assim explicava-se a presença da imagem da serpente no templo de Jerusalém num texto escrito séculos antes, onde o demônio da cura operava nas pessoas de costume cananeu Nm 21,4.

Costume da circuncisão, partindo de atos de Abraão (Gn 17), da mulher de Moisés Ex 4,24-26 e dos israelitas entrarem pelo Jordão (Js 5,2-9).

 

4.     Na sagas das tribos.  O povo deveria acreditar que no passado da era primitiva, cada povo, cada tribo tinha um líder que se reflete  naquele da comunidade atual

Exemplo: Gn 9,25ss.

 

5.     Nas lendas de caráter pessoal. Geralmente estas giram em torno dos sacerdotes profetas e mártires do povo. Elas foram herdadas de outras tradições e nacionalizadas e relacionadas com Javé. Muito comum nos livros de  Samuel, Reis  e Crônicas. Elas têm como finalidade explicar a origem ou a causa de alguma coisa, de um fato, esclarecendo um fenômeno da natureza (Mar morto), ou de certos nomes ou lugares bíblicos, como o nome de Moisés Ex 2,10,  da aldeia de Bersabéia Gn 21,22-31 e da lenda do Santuário de Betel Gn 34,18-20.

 

Há também os gêneros literários informativos.

 

-       As listas – de pessoas,  (genealogias).

Listas dos povos reunidos (Gn 10)

Descendentes de Nacor (Gn 22,20-24)

Descendentes de Israel antes do Dilúvio (Gn 5)

Descendentes de Cetura (segunda mulher de Moisés) Gn 25,1-(4)

Descendentes de Ismael (Gn 25,12-16)

 

De lugares. Histórico-geográfico, contendo nomes de lugares, quase sempre próximos à fronteira. Josué 15-19, Número 33; Êxodo 13,20

 

-       Narrativa histórica ou historiografia. O israelita não se preocupava em relatar um fato real ocorrido como conhecemos hoje. Foram compilações o que temos hoje, portanto foge da historiografia moderna.

-       Biografias – Na literatura bíblica, as biografias apresentam os feitos da pessoa  para que sua memória perdure para sempre. São poucos.

A do profeta Amós (am 7,10-17).

                    A de Oséias (Os 3).

 

Sapiencial (sabedoria do povo). Encontramos:

     O provérbio  - 1Sm 16,7; 24,14; 2sm 5,8; 1Rs 20,11.

O enigma  - Juízes 14,4

               A parábola -   2Samuel 12

               A fábula -  Juízes 9,8-15; 2Reis 14,9.